sábado, 16 de novembro de 2024

Gonçalo Aires Ferreira descobridor e povoador da Ilha da Madeira

Gonçalo Aires Ferreira descobridor e primeiro povoador da Ilha da Madeira

aproximadamente 1397 – 1470

familysearch ID - LTDP-9HD




Nasceu por volta de 1410, em Portugal. Filho de Ayres Gomes Ferreira e de [...]. Gonçalo foi Fidalgo da Casa Real de Dom João I. Foi Porteiro-mor de Dom João I. Foi senhor do morgado de Cavaleiros. Foi escudeiro do Infante Dom Henrique. Em 1419, Gonçalo participou da expedição em que se descobriu a Ilha da Madeira. Foi o primeiro a desembarcar no local da Ribeira, que era chamada, por esse motivo, de Ribeira de Gonçalayres. Este local serviu de marco à grande fazenda que Gonçalo possuiu na Ilha da Madeira. Gonçalo foi o primeiro a ter filhos na Ilha da Madeira. Chamou seu primeiro filho de Adão e sua primeira filha de Eva, "pois foram os primeiros que nasceram naquela terra novamente descoberta e pelo mar oceano adjacente". Foi sepultado na igreja de Nossa Senhora da Conceição de cima, que mais tarde se tornou o convento de Santa Clara, na mesma sepultura de João Gonçalves Zarco. O poeta Manoel Thomas escreveu curiosos versos sobre a descendência de Gonçalo: Veraz de Gonçalayres de Ferreira Os dous primeiros filhos que nascido Forem, de Adão e Eva os apelidos, De quem a geração mais verdadeira De casta grande em bandos divididos Causaram maior glória à nova terra Com governos na paz, brios na guerra. Casou-se em Portugal com Mécia Lourenço. Foi pai de pelo menos três filhos e três filhas: 1.1. Adão Gonçalves Ferreira, nascido na Ilha da Madeira. Casou-se com Beatriz Pires (Esteves), filha de Pedro Esteves e de [...]. 1.2. Gaspar Gonçalves Ferreira, nascido na Ilha da Madeira. Casou-se com Catharina Annes, filha do escocês John Drummond (João Escórcio) e da portuguesa Branca Affonso da Cunha [citados em 1.3.]. 1.3. Belchior Gonçalves Ferreira, nascido na Ilha da Madeira. Casou-se com Branca Affonso Drummond, filha do escocês John Drummond (João Escórcio) e da portuguesa Branca Affonso da Cunha [citados em 1.2.]. 1.4. Eva Gomes Ferreira, nascida na Ilha da Madeira. Casou-se com Vasco Fernandes. Vasco foi escudeiro da Casa Real. Morou na vila de Machico, na Ilha da Madeira. 1.5. Guiomar Ferreira, nascida na Ilha da Madeira. Casou-se com João Affonso. Após a morte de João, Guiomar casou-se pela segunda vez, com João Gomes da Ilha, o Trovador. João Gomes foi Pajem do Livro do Infante Dom Henrique. Foi escudeiro criado do Infante Dom Henrique. Recebeu a alcunha de "O da Ilha" e de "O Trovador" por "fazer versos naqueles tempos". Viveu na Ilha da Madeira no local conhecido como Ribeira do João Gomes, "onde teve grandes casas de que se conservam os vestígios, e muita fazenda que houve em dote com sua mulher". Em 7 de Novembro de 1495, em seu testamento, João e Guiomar instituíram um morgado de seus bens, que "por cabeça têm a Capela de Nossa Senhora da Graça, na igreja de São Francisco, onde foram sepultados. 1.6. Isabel Gonçalves, nascida na Ilha da Madeira. Casou-se com Pedro Eannes. Pedro foi nomeado pelo Infante Dom Henrique para o cargo de Contador dos Contos da Ilha da Madeira. Gaspar Frutuoso confirma o facto ao escrever: "Este Gonçalo Aires Ferreira foi o primeiro homem que na ilha da Madeira teve filhos, e em memória disso, como primeiro que naquele mundo novo povoava, ao primeiro filho chamou Adão e à primeira filha Eva, pois foram os primeiros que nasceram naquela terra novamente descoberta e pelo mar oceano adjacente." (Saudades da Terra, Livro II, capítulo 50, Página 152, Edição 1998). Foi no Monte, sitio a meio da encosta com vista p'ró Funchal, que Adão Gonçalves Ferreira ordenou a construção duma capela em 1470,

quinta-feira, 14 de novembro de 2024

Brás Cubas

 Brás Cubas

Masculino
dezembro de 1507 – 10 de março de 1592

family search ID GMD9-6M1

Brás Cubas (Porto, dezembro de 1507 — Porto, 10 de março de 1592[1]) foi um fidalgo e explorador português. Fundador da vila de Santos (hoje cidade),[2][3] governou por duas vezes a Capitania de São Vicente (1545-1549 e 1555-1556). É considerado por alguns historiadores como fundador de Mogi das Cruzes, em 1560.


Biografia Filho de João Pires Cubas e de Isabel Nunes, chegou ao Brasil no ano de 1531 com a expedição de Martim Afonso de Sousa, fundador da vila de São Vicente. Em 1536, recebeu sesmarias na recém-formada Capitania de São Vicente, onde desenvolveu a agricultura da cana-de-açúcar e montou engenho de açúcar.[4] Chegou a ser o maior proprietário de terras da baixada Santista, fundando um porto, uma capela e um hospital[4] - a Santa Casa de Misericórdia de Todos os Santos (1543),[3] que dariam origem à vila, atual cidade de Santos.[2] Sendo o porto de Santos mais bem localizado que o de São Vicente, Brás Cubas foi o responsável pela transferência do porto da Ponta da Praia para o Centro, nas cercanias do Outeiro de Santa Catarina. Capitão-mor de São Vicente (1545), em 1551, foi nomeado por D. João III Provedor e Contador das rendas e direitos da Capitania; no ano seguinte, fez erguer o Forte de São Filipe da Bertioga na ilha de Santo Amaro.[4] Teve participação destacada na defesa da Capitania contra os ataques dos Tamoios, aliados aos franceses. Mais tarde, por ordem do terceiro governador-geral Mem de Sá, realizou expedições pelo interior em busca de ouro e prata. Teria chegado até à chapada Diamantina no sertão da Bahia.

Brás Cubas. Confirmando Martim Afonso por carta datada em Alcoentre aos 24 de novembro de 1551 a sesmaria, que Da. Ana Pimentel havia concedido a Brás Cubas, dá-lhe o tratamento de cavaleiro fidalgo.75 Teve uma filha natural, de quem persevera descendência muito distinta. Além destes há Cubas legítimos, oriundos de Francisca Cubas, sobrinha de Brás Cubas, que veio da cidade do Porto já casada; concorreram mais da dita cidade João Pires Cubas, pai do mencionado Brás Cubas, Francisco Nunes Cubas, Antônio Cubas e Gonçalo Nunes Cubas, irmãos de Brás, e outros parentes seus. Ele foi provedor da Fazenda Real; duas vezes capitão, e loco-tenente de Martim Afonso; fundou a Vila do Porto de Santos, e inumeráveis vezes o encontro com o título de cavaleiro fidalgo depois da era de 1551.

GASPAR DA MADRE DE DEUS, Frei. Memórias para a história da Capitania de São Vicente. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2010. 222 p. 63 Disponível em: https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/573101/000970256_memorias_historia_capitania_sao_vicente.pdf.

 

Capitão João Álvares Fagundes

1460 – 5 de dezembro de 1522

Familysearch ID KNJV-35W

João Álvares Fagundes (c. 1460 - por volta do dia 5 de dezembro de 1522), foi um navegador português e armador de navios de Viana do Castelo no norte de Portugal a quem se deve o reconhecimento de parte das costas do nordeste americano, naquelas que são hoje as províncias marítimas canadianas da Nova Escócia e da Terra Nova e Labrador.


Organizou diversas expedições de exploração para as costas da América do Norte e para os Grandes Bancos da Terra Nova por volta de 1520-1521. Nessas viagens explorou as ilhas de St. Paul, próxima de Cape BretonIlha SableBurgeo e São Pedro e Miquelão, às quais ele deu o nome de ilhas das Onze Mil Virgens em honra de Santa Úrsula.

Era Cavaleiro da Casa de D. Manuel I quando este rei, a 22 de Março de 1521, lhe fez mercê da capitania das ilhas e terras que já descobriu ou viesse a descobrir, além das terras que os Corte Real descobriram, mais a norte (Gronelândia).



João Álvares Fagundes – Wikipédia, a enciclopédia livre

Martim Afonso de Sousa

 Martim Afonso de Sousa

Masculino
1500 – 21 de julho de 1564

Family search ID LCZP-S1V

Martim Afonso de Sousa (Vila Viçosa, c.1500  Lisboa, 21 de julho de 1564)[1][2][3] foi um nobre, militar e administrador colonial português que foi, de 1533 até a sua morte, o primeiro donatário da Capitania de São Vicente e, de 1542 a 1545, governador da Índia portuguesa.





Martim Afonso era filho primogênito de Lopo de Sousa, alcaide-mor de Bragança. Passou ao serviço do rei Manuel I em 1516 e, em 1530, foi incumbido pelo seu filho João III de comandar a armada que haveria de expulsar os franceses da costa da América portuguesa, e iniciar a colonização efetiva do território. Nessa expedição fundou a Capitania de São Vicente e seu irmão, Pero Lopes de Sousa, recebeu as donatarias das Capitania de SantanaSanto Amaro e Itamaracá. Partiu para Portugal em 1533 e, após isso, não retornou mais à América.[4]

Algum tempo depois foi nomeado pelo rei como capitão-mor da Armada do Reino, posto que exerceu até 1539. Em 1542 retornou à Índia onde foi governador até 1545, após isso retornou à Portugal onde atuou como conselheiro de estado até a sua morte.[4]







Capitão Vasco Fernandes Coutinho

 Capitão Vasco Fernandes Coutinho


Masculino
aproximadamente 1493 – outubro de 1561

Family search ID GSCX-33B

Vasco Fernandes Coutinho (1490-1561) foi um fidalgo português e o primeiro donatário da Capitania do Espírito Santo, território colonial no que hoje é o Brasil. Nasceu em Serpa, Portugal, em 1488, e mais tarde foi um dos primeiros 12 voluntários de Portugal a vir para a recém-descoberta terra do Brasil. Ele conheceu a região que se tornou o Espírito Santo e administrou a colônia por 25 anos, apesar de ser militar de profissão.

 

Vasco Fernandes Coutinho era um fidalgo da Casa Real com carreira militar,  no  Oriente  e  em  Marrocos.  Estreado oficialmente  nas  lides  bélicas com  a  tomada  da  cidade  de  Goa  em  1510,  andaria  ele  entre  os  14  e  os  16 anos. Prosseguiu  daí  para  a  conquista  de  Malaca,  em  1511,  integrado  na armada  comandada  por  Afonso  de  Albuquerque,4tendo-se  distinguido  por ato  de  bravura  ao  enfrentar  o  elefante  sobre  o  qual  se  encontrava  o  rei enquanto a maioria dos companheiros de armas, assustados, recuaram para se proteger, ajudando à vitória portuguesa. Por dois anos permaneceu naMalásia como  capitão  do  navio Bretão,  com  o  propósito  de  firmar  e  estabilizar  a presença  lusitana.5Em  1513,  sabemo-lo  de  retorno  à  Índia  onde,  por  mais sete anos, serviu na esquadra do mar como capitão de navio, tendo uma vez sido  nomeado  para  a  alcaidaria-mor  da  fortaleza  de  Ormuz.


Tendo se destacado nas conquistas portuguesas na África e na Ásia, recebeu o título de fidalgo com direito a brasão, tença e casa em Alenquer (Portugal).

Estatua Vasco Fernandes Coutinho, Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha.

Foi agraciado por D. João III com a décima-primeira das quinze capitanias hereditárias nas terras do Brasil em 1534. A capitania do Espírito Santo

 






Vista do Vasco Fernandes Coutinho: notas históricas e genealógicas


O local e ano de nascimento e o casamento com o Capitão Jerônimo de Souza Brito evidenciam a origem da Barbara Coutinho como neta do Capitão Vasco Fernandes Coutinho. O artigo da página ancestralidades de Carlos Pinheiro também sustenta essa tese, a saber: Dos onze filhos de João de Souza Pereira " Botafogo"e de Maria da Luz Escorcio Drummond eu sou descendente da mais velha , Andreza de Souza .

Jerônimo de Souza Brito seria o quarto filho do casal que terá nascido por volta de 1585. 

Casou-se no Rio de Janeiro com a " capixaba " ( nome dado pelos índios aos habitantes do Espírito Santo) Bárbara Coutinho , cuja data de nascimento deve ter sido por volta de 1588.

O pai de Bárbara era natural de Guimarães,  Marcos de  Azeredo , filho de Francisco Lancerote de Azeredo e Isabel Dias Sodré. Izabel também deve ser minha " prima" pois era filha de João Álvares Sodré e Margarida Anes. Porém,  tenho que verificar.

O sogro do Jerónimo casou-se na cidade de Vitória,  no Espírito Santo com Maria Coutinha de Melo.

Maria nasceu no Brasil por volta de 1560 e era filha de Vasco Fernandes Coutinho e Ana Vaz de Almeida.

Assim, a mulher do primo Jerónimo era neta do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo. 

A " nobreza" da terra já então praticava a endogamia e casavam todos entre si.

Vasco Fernandes Coutinho era filho de Jorge de Melo, o Lagio, e de sua mulher Branca Coutinho.

Tendo se destacado nas conquistas portuguesas na África e na Ásia, recebeu o título de fidalgo com direito a brasão, tença e casa em Alenquer.

Foi agraciado por D. João III com a décima-primeira das quinze capitanias hereditárias nas terras do Brasil, tendo o seu foral sido passado ainda em 1534.

Foi o quinto de uma família de nobres portugueses com o mesmo nome, nascido provavelmente em 1498, e, assim como os seu pai e irmãos, embarcou em caravelas para conquistas além-mar. Foi um militar vitorioso. Já rico, regressou a Portugal, casou-se e adquiriu propriedades. Recebia, como herói de conquistas e batalhas, uma pensão real.

Como homem de desafios e batalhas, solicitou ao rei D. João II uma capitania para administrar no Brasil, e foi a décima primeira, das quinze capitanias criadas. Para essa nova missão, vendeu todo o seu património, inclusive abriu mão da sua pensão, comprou a caravela Gloria, juntou 60 pessoas, entre fidalgos e degredados, chegando em terras capixabas em 23 de maio de 1535, um dia de domingo, consagrado ao Espírito Santo. Daí o primeiro nome de Vila Velha ter sido a Vila do Espírito Santo.

Teve toda sorte de dificuldades, mas realizou bastante, fez acordos com os índios, converteu alguns à fé cristã, fundou os primeiro engenhos de açúcar, construiu duas vilas (Vila Velha e Vitória). Viajou mais de uma vez a Portugal para buscar recursos e colonos para a sua capitania.

 Lutou com índios extremamente bravos que já haviam assassinado alguns de seus compatriotas, inclusive por meio de canibalismo, e fundou as vilas do Espírito Santo e de Nossa Senhora da Vitória. Desenvolveu a agricultura de cana-de-açúcar e montou engenhos para a produção de açúcar.

Foi injustamente, Vasco Fernandes Coutinho, excomungado pelo bispo Fernandes Sardinha, mais tarde comido pelos índios Caetés, devido ao seu hábito de, como os índios, “beber o fumo”. O  primeiro donatário do Espírito  Santo não foi um pobre e infeliz. Como capitão de batalhas vitoriosas, lutou tudo o que pôde para transformar o Espírito Santo em uma colônia portuguesa e conseguiu. 

Interessante notar a incrível capacidade de adaptação do português esteja onde estiver. Vasco não foi excepção.  Incorporou diversos hábitos no Brasil com os indígenas.  Embora não fumasse passou a mascar o tabaco nativo. Presumo que tenha ficado viciado.

Até finais do século XVIII, coexistiram duas formas de consumo: uma, minoritária, em que o tabaco era enrolado ou recheado com a planta triturado e outra, maioritária, em que o produto de maior qualidade (pó fino) ou dos resíduos (rapé) era aspirado pelo nariz. Também se usava o tabaco mascado, fumado em cachimbo, inclusivamente em cachimbo de água.

Portanto, ainda que não fumasse manteve o habito de mascar o tabaco e fez com que a Igreja se irritasse.

Casou 1.ª vez com: Maria do Campo, filha de André do Campo e Maria de Azevedo.

De com quem teve:

Jorge de Melo

Martim Afonso de Melo

Guiomar de Melo

Maria ou Catarina ou Maria Catarina de Melo Coutinho

Casou 2.ª vez com: Ana Vaz de Almada

De com quem teve:

Vasco Fernandes Coutinho, casado com Luísa Grimaldi, segundo outros casado com Joana de Carvalho ou, segundo ainda outros, apenas amancebado com Antónia de Escobar.

A mãe da Bárbara seria a Maria ou Maria Catarina Coutinho de Melo ou de Melo Coutinho. Portanto era filha legítima de Vasco com a sua segunda esposa. Ana Vaz de Almada nasceu em Portugal. Seu pai era Dom Fernando de Almada II, família ilustre do Reino. Seus descendentes em Portugal ainda possuem o direito de ostentar o título de Dom. 

Jerónimo e Bárbara tiveram pelo menos oito filhos entre 1614 e 1629; Maria de Sousa Coutinho, Isabel de Sousa Coutinha, Ana Coutinha, Salvador de Sousa, Luzia Coutinha , António de Sousa Coutinho,  Branca Coutinha e Andreza de Sousa Coutinha. 

João de Souza Pereira - o Botafogo

 Capitão-Mor João de Sousa Pereira Botafogo

1542 – 23 de junho de 1627

GMTH-79R

filho de Francisco de Souza Pereira Um dos membros destacados da tripulação do galeão, chamado João Pereira de Sousa, um nobre originário da cidade de Elvas, tornou-se famoso uma vez que era o responsável pela artilharia do navio pelo que, também ele, ganhou a alcunha de «Botafogo», que incluiu em seu apelido, passando este nome aos seus descendentes. Mais tarde, quando se estabeleceu no Brasil, lutou contra os franceses e contra os índios tupis. Como recompensa, a Coroa Portuguesa doou-lhe terras junto da baía de Guanabara, passando essa área a ser conhecida por Botafogo atendendo ao nome do detentor das terras. Estas terras vieram a constituir o atual bairro da cidade do Rio de Janeiro.









Gonçalo Vaz Botelho — o Grande Fundador e primeiro povoador dos Açores

 Gonçalo Vaz Botelho — o Grande

Fundador e primeiro povoador dos Açores

aproximadamente 1436 – aproximadamente 1490

ID Familysearsh LD56-37N




Filho de Pero Botelho, ao tempo o comendador-mor da Ordem de Cristo, integrou a casa do Infante D. Henrique. Quando Gonçalo Velho organizou a expedição destinada a iniciar a estruturação do povoamento da ilha de São MiguelGonçalo Vaz Botelho – Wikipédia, a enciclopédia livre



Linha genealógica - Gonçazo Vaz Botelho ->Emanuel de Souza Pereira




Gonçalo Vaz Botelho — o Grande 1436–1490 LD56-37N (descobridor e primeiro colonizador dos Açores, Ilha de São Miguel)

Cônjuge Escolástica Botelho 1430–Falecida LD4Z-X99

     Nuno Gonçalves Botelho 1447–1504 LD4Z-XDN (primeira pessoa nascida nos Açores, também antepassado direto)

 

     Gonçalo Vaz Botelho — o Moço 1449–1522 LZNP-9LQ

    Cônjuge Margarida Pires Cordeiro 1450–Falecida K4LT-5D6

 

        Ana Gonçalves Botelho GXFP-1NK

        Cônjuge Fernão de Macedo Van Der Hurtere 1480–Falecido LV4V-L9Y

 

              Isabel de Macedo Van Der Hurtere Botelho1533–Falecida K2BM-XVT

               Cônjuge Nuno Gonçalves Botelho — Neto 1515–? K239-BKK

 

                     Jeronimo Botelho de Macedo 1545–1625 G718-DN5

                     Cônjuge Guiomar Faleira Cabral 1558–1638 GSMC-4RW

 

                           Capitão Gonçalo Vaz Botelho 1590–1654 LTNX-GSK

                           Cônjuge Anna da Costa de Arruda 1602–1685 LZ2X-58C


                                   André de Sampaio 1639–1719 LYJK-C2

                                   Cônjuge Anna Ribeiro de Quadros 1644– KZWX-R44

 

                                          André de Sampaio Botelho 1675–1746 K88K-RSM

                                         Cônjuge Maria Leite da Escada 1680–1727 LCYQ-ZXJ

 

                                                 Gertrudes Ribeiro de Sampaio Botelho1709– L1XQ-WW6

                                                 Cônjuge João de Almeyda Pedroso 1711– MYHL-5B8


Guarda Mór Pedro Vaz Botelho 1760– 9JPS-CG6

Cônjuge  Beatriz Maria da Candelaria 1764– 9JPS-CP4


Manuela Botelho Vaz de Almeida 1801– LZNJ-1YN

Cônjuge Ignacio Dias de Arruda GWDV-S9S


José Dias de Arruda 1832–1916 9NGS-2F3

Cônjuge Inez Ferreira da Silva 1834–1902 9NGQ-FZB


Manoella Dias De Arruda 1860–1925 9NGQ-FZN

                                                                                                                   Cônjuge Francisco de Sousa Pereira

 

Orlando de Souza Pereira 

1890–1976 GMPZ-YVD

Cônjuge Stela Barroso de Sousa 

1899–1989 GQZ5-P8G


Dudu Francisco Eduardo de Souza Pereira 1935–Vivo G5NY-NLC

Cônjuge Elizabeth Rocha 

1953–Viva G5VG-ZG3

Emanuel de Souza Pereira 1982–    G5NT-H5Y








Domingo Martínez de Irala - Adelantado do Rio da Prata

  Ascendente de 17.ª geração : Familysearch ID: LXQF-9VR Domingo Martínez de Irala - Adelantado do Rio da Prata - Masculino 1509 – 3 de outu...